Harold Arlen, em uma de suas maiores composições e porque não dizer a maior, presenteou- nos no ano de 1939 com uma música que ao meu ver é na realidade um hino sagrado,uma daquelas verdades que devem ser citadas exaustivamente a fim de que elas possam entrar nem que seja por osmose a todos os sortudos ouvintes que porventura venham a escutá-la e que leva o nome de" Além do arco-íris" quando traduzida para o português.
Tal letra fala de um lugar que fica além de um certo arco-íris, onde tudo é colorido, mágico e possível . A referida terra dos sonhos leva o nome de Oz, criada pelo fantástico Victor Fleming e é uma das temáticas abordadas pelo diretor Baz Luhrmann em um dos filmes que, sem sombra de dúvidas, está entre os "top 10" dos melhores filmes já assistidos em toda a minha vida ( e olha que eu sou cinéfila de carteirinha, viu) .
"Austrália" , ao meu ver, não é um simples épico lançado no ano de 2009, estreado por grandes atores como Nicole Kidman e Hugh Jackman, com a duração quase que despercebida (e falo sério!) de 174 min e que levou milhares de espectadores às telas de cinema em busca de adrenalina, friozinho na barriga e satisfação em assistir a um bom filme.
Tal película é na verdade uma oração. Sim, isso mesmo, uma reza, declamação, pregação, enfim, um meio de estar em contato com o grande Pai.
Falo isso sem medo, visto que as vezes em que mais sinto-me próxima Dele é quando vivencio, presencio, ou mesmo assisto cenas como a do pequeno Nullah , um garotinho mestiço que narra a história - que é cheia de aventuras, superação, romance - mas que também mostra as mazelas trazidas com a Segunda Guerra, além de retratar com propriedade a realidade dos aborígenes, que sofreram com o preconceito racial até por volta da década de 60, quando finalmente tiveram o direito ao voto e a mais que merecida identidade de cidadão australiano.
O garoto Nullah, além de se auto-denominar "cabra", uma vez que segundo o mesmo nem é branco, nem é negro,mas sim um mestiço, também se auto-denomina um "gulapa", que é uma espécie de mago, com poderes especiais e tudo o mais que um mágico tem direito, e ele acredita plenamente que tais poderes vem do seu canto, que tanto podem afastar energia negativa, como atrair aquilo de mais positivo e santo que se deseje no mais profundo do ser.
Convido a todos então a ser um pouquinho de "gulapas" no seu dia-a dia, gulapas do bem, a fim de que, por meio dos nossos poderes mágicos, possamos cantar vários hinos em nome dos sonhos,da paz e principalmente do amor, pois dessa maneira não há dúvidas de que iremos nos deparar com a Oz que existe dentro de cada um de nós!
Paz e luz a todos !
Tal letra fala de um lugar que fica além de um certo arco-íris, onde tudo é colorido, mágico e possível . A referida terra dos sonhos leva o nome de Oz, criada pelo fantástico Victor Fleming e é uma das temáticas abordadas pelo diretor Baz Luhrmann em um dos filmes que, sem sombra de dúvidas, está entre os "top 10" dos melhores filmes já assistidos em toda a minha vida ( e olha que eu sou cinéfila de carteirinha, viu) .
"Austrália" , ao meu ver, não é um simples épico lançado no ano de 2009, estreado por grandes atores como Nicole Kidman e Hugh Jackman, com a duração quase que despercebida (e falo sério!) de 174 min e que levou milhares de espectadores às telas de cinema em busca de adrenalina, friozinho na barriga e satisfação em assistir a um bom filme.
Tal película é na verdade uma oração. Sim, isso mesmo, uma reza, declamação, pregação, enfim, um meio de estar em contato com o grande Pai.
Falo isso sem medo, visto que as vezes em que mais sinto-me próxima Dele é quando vivencio, presencio, ou mesmo assisto cenas como a do pequeno Nullah , um garotinho mestiço que narra a história - que é cheia de aventuras, superação, romance - mas que também mostra as mazelas trazidas com a Segunda Guerra, além de retratar com propriedade a realidade dos aborígenes, que sofreram com o preconceito racial até por volta da década de 60, quando finalmente tiveram o direito ao voto e a mais que merecida identidade de cidadão australiano.
O garoto Nullah, além de se auto-denominar "cabra", uma vez que segundo o mesmo nem é branco, nem é negro,mas sim um mestiço, também se auto-denomina um "gulapa", que é uma espécie de mago, com poderes especiais e tudo o mais que um mágico tem direito, e ele acredita plenamente que tais poderes vem do seu canto, que tanto podem afastar energia negativa, como atrair aquilo de mais positivo e santo que se deseje no mais profundo do ser.
Convido a todos então a ser um pouquinho de "gulapas" no seu dia-a dia, gulapas do bem, a fim de que, por meio dos nossos poderes mágicos, possamos cantar vários hinos em nome dos sonhos,da paz e principalmente do amor, pois dessa maneira não há dúvidas de que iremos nos deparar com a Oz que existe dentro de cada um de nós!
Paz e luz a todos !











































































